Vereador Dode diz que comerciantes de Estância praticam o preço mais caro do estado

O vereador Raimundo Ascendino (Dode), SD, no uso do pequeno expediente, na sessão da Câmara Municipal, na tarde de terça-feira, 07, criticou os comerciantes de Estância pela prática do preço ainda mais elevado – Como se explica comprar dois produtos no comércio de Estância por R$200 reais e comprar quatro dos mesmos em Aracaju por R$150 – indagou.

O Edil ressaltou que ao construir uma casa fez um orçamento na cidade de Lagarto e à época a diferença foi de quase quatro mil reais. O parlamentar reconhece que os comerciantes de Estância querem ganhar demais “e quem perde com isso são eles mesmos”, disse. Questionou ainda: “Será que o fornecedor de Lagarto, de Itabaiana, de Aracaju não é o mesmo de Estância”.

O tribuno disse também que o consumidor ao comprar uma peça para o veículo no comércio de Estância, na verdade, paga o preço de duas e por conta dessa majoração os consumidores migram para outras praças, optam em comprar em outras cidades.

– Com isso o município perde em arrecadação e também os próprios comerciantes. Infelizmente fica difícil negociar com o povo de Estância – enfatizou Dode.

O vereador está preocupado com o perfil do comércio estanciano e apontou como referência de crescimento os comércios de Umbaúba, de Lagarto, de Itabaiana que praticam preços mais competitivos.

– Virou caminho de roça comprar em outras praças na busca de preços mais em conta. É só pegar o transporte de fretamento, paga-se quinze contos pra ir e voltar e ainda chega no lucro. O comércio de Estância não é para estar praticando esses preços. Infelizmente o comercio está deixando a desejar – aplaina.

O vereador ressalta que está faltando nos comerciantes é mais compreensão e organização em rever essa situação.
– Estancia é uma cidade grande, cidade perto dos oitenta mil habitantes, cidade que cresce, que tem empresas; uma pena é que não apresenta preço competitivo. Infelizmente está difícil negociar com os comerciantes de Estância – finalizou.

Por: Genílson Máximo